Dormir entre a criatividade (e simplicidade!)

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Se alguém nos dissesse a medida de largura deste quarto antes de o observarmos, provavelmente diríamos, de imediato, que é mínimo. Que mal daria para uma cama de casal, e que jamais conseguiríamos dar um passo ao levantarmo-nos pela manhã sem bater com a testa na parede. Ora bem, isto só vem provar que tudo na vida deve ser visto em perspetiva e sempre, mas sempre, contextualizado.

Naturalmente que ao observamos esta imagem e olharmos para o quarto num todo não podemos afirmar que as suas áreas são generosas ou dizer que quase dariam para um salão de festas! No entanto, fico sempre agradavelmente surpreendida quando vejo que é nas pequenas divisões que encontramos as melhores soluções, mais originais e criativas.

O que o quarto não tem em largura tem em pé direito e, até, em profundidade, o que permitiu inclusive uma de casa de banho privativa nas ‘costas’ da cama.

Há dois ou três detalhes neste projeto de que gosto particularmente; como o aproveitamento da parede caiada, (que é também o vão das escadas), para cabeceira da cama e os ‘buracos’ na parede do fundo que permitem maior amplitude e luminosidade ao espaço de duche.

Truques subtis que reduzem a eventual sensação de claustrofobia, tão comum em espaços pequenos. A cereja no topo do bolo é, naturalmente, o branco integral! Existe cor mais perfeita para uma divisão onde se deseja paz, sossego e serenidade?

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