Não me importava de viver aqui

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Há dias tive a oportunidade de visitar os últimos avanços do novo destino residencial Lisbon Green Valley, um empreendimento com a chancela do Grupo André Jordan, e que fica situado a poucos minutos de Lisboa, no Belas Clube de Campo. Consegui, igualmente, saber alguns dos detalhes sobre a decoração da primeira casa modelo, assinada pela designer Rebecca Leon, que conhecera no mesmo dia.

Embora (quase) todos tenhamos o ‘sonho’ de viver numa boa casa, preferencialmente, numa moradia ou prédio uni-familiar, a verdade é que, pelo menos para mim, a ideia foi ganhando força desde que fui mãe. Vermos a família a aumentar, os filhos a crescerem, cheios de dinamismo e necessidade de brincarem ao ar livre, contribui, inevitavelmente, para esse desejo. Quem não procura a qualidade de vida e tranquilidade de um ambiente familiar e seguro?

SALA DE JANTAR

A oferta habitacional do Lisbon Green Valley é diversificada e composta por um conjunto de apartamentos, townhouses, isto é, moradias (geminadas ou em bandas), e villas. Todos, com máxima eficiência energética, qualidade, sustentabilidade de materiais e respeito pelo meio envolvente.

Entre uma novidade e outra fui, como habitual, registando fotograficamente, o mais possível para vos mostrar. A qualidade da arquitetura é da responsabilidade do arquiteto Eduardo Capinha Lopes mas acho que vão gostar mesmo é de ver as imagens que registei e de ler o que a designer Rebecca Leon partilhou sobre o projeto.

SALA DE ESTAR

ABERTA AO EXTERIOR…

A designer assume que o mais importante neste projeto foi a ligação do espaço interior com o exterior: «Estamos perante um espaço incrível onde predomina a natureza. É tudo muito verde e temos de aproveitar a beleza exterior.»

Independentemente da ‘forma’ ser bonita e eficiente, o conteúdo da casa não lhe fica atrás. Rebecca Leon optou por um estilo de que eu gosto particularmente, que privilegia os tons neutros, beije e terra, com recurso ao linho. É, também, uma mistura de texturas e materiais, com contraste com pontuais apontamentos de cor. «É uma decoração serena, de linhas direitas, sem grandes contrastes visuais nem padrões muito marcantes. Considero que é uma decoração sofisticada, pratica, equilibrada e orgânica», acrescenta.

DETALHES DO ESCRITÓRIO

COZINHA

Também a luz assumiu uma importância particular optando, a responsável pela decoração, por uma luz quente, indireta e baixa, por forma a tornar o espaço reconfortante e convidativo.

ZONA PRIVADA // OS QUARTOS

A Rebecca Leon trabalha na área há 20 anos e tem como principais referencias os pais. Francis Leon, arquiteto, e a mãe, Gabriela Leon, igualmente Designer de Interiores. «O meu pai ensinou-me a ver e a compreender os espaços com os olhos de um arquiteto e com a minha mãe comecei esta aventura no design de interiores. Ainda hoje faço questão de a envolver em todos os projetos e valorizo bastante a sua opinião.»

O seu estilo é marcadamente contemporâneo: «Tento-me enquadrar nas tendências não esquecendo nunca as raízes originais do edifício. O conforto e a funcionalidade são outros aspetos essenciais na elaboração de um projeto. Não pode ser só bonito para a fotografia, tem de ser funcional.»

Quanto à eterna questão de ainda existir o estigma de que é preciso muito dinheiro para decorar bem uma casa, Rebecca é clara: «Não, no entanto, não se fazem omeletes sem ovos. Apesar de hoje em dia existir uma enorme oferta e variedade de materiais e mobiliário a preços acessíveis no mercado, a qualidade paga-se!»

PLANTA DE UMA TOWNHOUSE

APARTAMENTOS

Só para terminar… Os valores dos lotes do Lisbon Green Valley vão desde os 315 mil euros a cerca de um milhão de euros :/

Creditos das Imagens: decoralistablog e plantas de divulgação.

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