Alguém quer boleia?

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Quer tenhamos ou não tenhamos filhos, aposto que qualquer uma de nós pararia na rua ao passar por um carrinho destes. O design é maravilhoso, as cores são lindas, o espaço para a bagagem é magnânimo e em conforto deve ser irrepreensível… Portanto, o preço só pode ser pornograficamente caro!

Lembro-me de quando comecei a abordar a questão dos carrinhos de bebé, quase ia tendo um ataque de nervos – e não apenas por causa dos praticados – Mas vamos por partes:

Sempre que precisamos de um carrinho destes é porque queremos sair à rua com o bebé, certo? Ora, se há bebé, há saco, há fraldas, há toalhetes, mudas de roupa, chuchas, brinquedos, comida, etc…todo um novo mundo que passamos a ter de transportar debaixo do braço. Logo, a lógica seria adquirimos um carrinho funcional e quase se montasse sozinho ao sinal de um piscar de olhos. Pois bem, o cenário real é o oposto. Em alguns casos quase que é preciso um curso para consegui-lo montar/armar. Abre a porta do porta-bagagens, tira a estrutura do carrinho, tira as rodas, agacha-se, monta tudo, levanta, respira fundo, limpa a gota de suor que teimou em cair… o miúdo ainda no carro 🙁 Uma canseira que leva muitas mães a pensar duas vezes e equacionar a relação custo-benefício antes de saírem de  casa.

Bom, bem sei que há modelos tipo “bengala” que se abrem com uma sacudidela, porém, surgem numa fase mais tardia dos bebés e são bastante mais frágeis a todos os níveis.

Mas, ainda a propósito da imagem, Como é que enfiamos um carrinho destes no porta-bagagens? Ou será que a ideia é ele ficar estacionado ao lado nosso, à porta de casa?

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